Hoje, resolvi fazer uma reflexão, nada de post analisando historicamente um determinado quadrinho e seu contexto, hoje, a reflexão é mais abrangente, uma reflexão quanto ao lugar das histórias em quadrinhos no mundo acadêmico.
Sera que os estudos das representações históricas dos quadrinhos na acadêmia, que mal chegaram la, já estão para ser superados por outras mídias?
Diante dessa questão, que particularmente encaro como perturbadora, penso que não é bem assim não, bom, vejamos, nos últimos anos uma quantidade enorme de novas mídias surgiram, para ilustrar fiquemos com as WebHQs, quadrinhos criados e divulgados em meio eletrônico, tem tantos que não da nem para enumerar mais, existem outro tanto, também sem condições de enumerar, de aplicativos, em varias plataformas voltados para a leitura de HQs, vendas de quadrinhos em versão eletrônica é bem grande no Estados Unidos da América, as grandes editoras de lá vendem até versões de quadrinhos narradas, para deficientes visuais.
Mas o quadrinho, como elemento de pesquisa acadêmica, não esta morto, muito longe disso, a cada dia pipocam artigos, entrevistas e livros sobre o tema, alguns acadêmicos, outros de fãs, mas mesmo assim, estão ai.
No quesito que abordamos acima, ou seja os trabalho acadêmicos, certa relevância que vejo é alguns autores/pesquisadores corajosos que apostaram nessa linha de pesquisa, e estão seguindo publicando e participando de programas e entrevistas, como é o caso de Iuri Andréas Reblin e Gelson Weschenfelder, cada qual dentro de suas especificidade quanto aos estudos acadêmicos sobre quadrinhos. São pesquisadores corajosos que eu tenho o prazer de ler e acompanhar seus trabalhos, na expectativa, de em algum momento, estar ao lado deles no mundo da pesquisa.
Mas o quadrinho, como elemento de pesquisa acadêmica, não esta morto, muito longe disso, a cada dia pipocam artigos, entrevistas e livros sobre o tema, alguns acadêmicos, outros de fãs, mas mesmo assim, estão ai.
No quesito que abordamos acima, ou seja os trabalho acadêmicos, certa relevância que vejo é alguns autores/pesquisadores corajosos que apostaram nessa linha de pesquisa, e estão seguindo publicando e participando de programas e entrevistas, como é o caso de Iuri Andréas Reblin e Gelson Weschenfelder, cada qual dentro de suas especificidade quanto aos estudos acadêmicos sobre quadrinhos. São pesquisadores corajosos que eu tenho o prazer de ler e acompanhar seus trabalhos, na expectativa, de em algum momento, estar ao lado deles no mundo da pesquisa.
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